23 de setembro de 2014
13 de agosto de 2013
A paisagem e o que não se vê
Certamente, no conceito de paisagem, deveria entrar o "aquilo que não se vê", a "ausência".
Sim!!! Tal como no milenar jogo de estratégia "Go", onde os espaços vazios devem ser considerados com muita atenção e de modo especial, "aquilo que não se vê", a "ausência" e "o que está faltando" em uma paisagem tem um porquê.
É mais ou menos a mesma coisa que dizer que não é porque o olho humano não veja que algo não exista. Temos abundantes exemplos disso: a força da gravidade, o ar e os micróbios.
Deste modo, o que falta em uma paisagem foi arbitrariamente relegado, excluído, destruído ou eclipsado por outros tempos e reconstruções humanas: vestígios da cultura indígena, negra e de povos passados são alguns exemplos disto.
As culturas não cristalizadas no espaço para a posteridade, e que, por isso mesmo, estão a faltar em uma paisagem, aquilo que não é visto pelo olho humano, embora tenha esta característica, existe, ou melhor, existiu, e por isso mesmo, deve ser considerado.
Assim, no conceito de paisagem, pode e deve, muito oportunamente, entrar também aquilo que não está alí.
11 de novembro de 2012
"Habana Vieja" (Havana Velha)
Nos quatro dias em que esteve em
Cuba, a missão gaúcha comandada pelo governador Tarso Genro se hospedou no
Meliá Havana, um dos melhores hotéis da cidade, visitou órgãos oficiais e
circulou pelo chamado “casco histórico”. Conheceu as obras do Porto de Mariel e
a Escola de Cinema em San Antonio de Los Baños. Não houve tempo para uma
incursão da comitiva pelas ruas mais degradadas de Habana Vieja, pelas quais
Zero Hora circulou na terça-feira, depois que Tarso embarcou para Paris.
Quando a conta vem, descubro o
preço de tanta gentileza: 56 CUCs (US$ 62,22 ou R$ 126,63). Digo ao Capitán que
ele deve ter se enganado, que conheço o sistema de moedas deles e que cinco
coquetéis não podem custar o preço de um almoço para três. Roberto se desculpa:
El Capitán me cobrou como se fosse um coquetel de bebida alcoolica, mas vai
refazer. Volta com a conta reduzida a 20 CUCs. Pago, agradeço a gentileza e digo
que estava tão caro que não sobrou para ajudar no enxoval do bebê. Sem culpa,
porque sei que El Capitán fará a partilha.13 de abril de 2012
Tensão na Ásia (Coréia do Norte)
Unha-3 cai cerca de um minuto após iniciar o voo; EUA, Coreia do Sul e Japão apontam fins belicosos no projeto
Governo sul-coreano confirma fracasso do lançamento; Japão realiza uma reunião de emergência sobre tema
Sobre o milho transgênico.
Como se "cria" um municpicio?
Emancipações que deixam dúvidas..., por Carlos José Perizzolo*
A Assembleia Legislativa do Estado editou a Lei nº 9.089/90, dispondo sobre a criação de municípios e estabelecendo que nenhum município seria criado sem a verificação da existência, na área emancipanda, de população não inferior a 5 mil habitantes ou eleitorado não inferior a 1,8 mil eleitores, mínimo de 150 prédios em núcleo urbano já constituído ou 250 em toda a área [grifo nosso]. Esta elástica legislação desencadeou um sem-número de processos emancipatórios que, na época, a mídia chegou a denominar de a “farra das emancipações”.
Com legislação tão abrangente, não houve localidade que não se enquadrasse nos critérios exigidos e, consequentemente, uma infinidade de distritos passou à condição de município, compartilhando com os demais a receita total destinada aos mesmos. Tendo o montante sido dividido proporcionalmente, de acordo com índices preestabelecidos, não resta dúvida de que os novos municípios ganharam, uma vez que a população ora atendida era menor. Por essa razão, não é possível que se justifique a não extinção de um município em função de o mesmo estar entre os que possuem maior distribuição de renda. Com o número de habitantes que não chega à metade dos demais municípios, é lógico que o PIB estará entre os maiores do país.
Um aspecto a ser questionado é como a maioria dos novos municípios conseguiu ter seus processos de emancipação aprovados pela Assembleia, considerando que, passados pouco mais de 10 anos da obtenção da autonomia, a maioria regrediu no que diz respeito às exigências legais, quando, na verdade, o esperado seria que tivessem se desenvolvido.
Segundo dados do IBGE, no que diz respeito à relação população/eleitores, é possível verificar a existência de aproximadamente 30 municípios que possuem hoje menos de 1,8 mil eleitores e população que, em média, não passa de 2 mil habitantes. Alguns exemplos são os municípios de André da Rocha, que no último censo detinha 1.216 habitantes e conta hoje com 1.372 eleitores, União da Serra, com 1.487 habitantes e 1.581 eleitores, entre outros. Tendo em vista tais irregularidades, faz-se necessária, por parte do Ministério Público, uma análise criteriosa de todos os processos de emancipação a partir de
A nova lei das emancipações, cujo projeto, de nº 98/2002, tramita no Senado Federal, deveria prever avaliação decenal do novo ente público e, no caso de regressão dos índices exigidos, determinar o retorno do município à condição de distrito.
Por fim, cabe registrar que países europeus extinguem centenas de municípios, buscando o equilíbrio das contas públicas, com o objetivo maior de melhor atender às necessidades de seus habitantes.
*Advogado e professor
Fonte: PERIZZOLO, Carlos José. Emancipações que deixam dúvidas... Artigos. Zero Hora. Porto Alegre, 12 abr. 2012, p. 21.
Para ler a Lei federal, clicar ::::aqui::::
Para ler a Lei estadual, clicar ::::aqui::::
24 de fevereiro de 2012
Como anda a produção de arroz no RS?!
23 de fevereiro de 2012
O termo "migração" serve para humanos e gnus?!
Espero que este breve post tenha lhe ajudado, e que ele esteja em sua mente quando de uma prova ao estilo "pega ratão", como a do Vestibular, por exemplo...
Assim, muita atenção a qualquer questão que possa tentar confundi-lo!!!
16 de fevereiro de 2012
A usina chinesa de Três Gargantas é maior do que Itaipu?
Usina | País | Recorde de produção (mi de MWh) | Ano do recorde | Média dos últimos 3 anos (mi de MWh) |
Itaipu | Brasil-Paraguai | 94,68 | 2008 | 93,60 |
Três Gargantas | China | 84,37 | 2010 | 81,55 |
Guri | Venezuela | 53,41 | 2008 | 51,58 |
Tucurui | Brasil | 41,43 | 2009 | 39,26 |
Sobre a Sadia, a Perdigão e a China...
Como a decisão do Cade que aprovou a fusão Sadia/Perdigão limitou o potencial de crescimento da empresa no país, a BRF Foods reforça sua estratégia de internacionalização.
Aberto em 2009 para as exportações brasileiras de aves e no ano passado para suínos, o alvo é o mercado chinês, um dos mais promissores para o consumo de carnes.
A multinacional verde-amarela vai operar na China, onde pretende desenvolver a marca Sadia. Para isso, acertou parceria com uma empresa local, a Dah Chong Hong.
Na joint venture, cada companhia terá 50% de participação e gestão compartilhada.
As vendas devem atingir pelo menos 140 mil toneladas de alimentos no primeiro ano de operação. A receita foi estimada em US$ 450 milhões.
*
A propósito do principal parceiro comercial do Brasil, o Ministério do Turismo divulgou alguns conselhos sobre como receber bem os chineses
Cumprimentos: evite contatos físicos. A cultura chinesa trata com reverência os mais velhos, portanto, sempre comece por saudá-los.
Tratamento: os sobrenomes chineses vêm à frente do nome, pois o da família é mais importante. E sempre entregue documentos com a mão direita. A esquerda é impura.
Negociações: não tenha pressa. Para o chinês, ‘tempo é tempo’, pois a paciência é importante valor.
Importante: não confunda chinês com japonês. Eles se orgulham de pertencer a uma das civilizações mais antigas do mundo.
A China é hoje o terceiro país do mundo que mais gasta com o turismo no Exterior:
U$$ 55 bilhões. A China é hoje o terceiro país do mundo que mais gasta com o turismo no Exterior: Em 2010, o Brasil foi visitado por 38 mil chineses, 10 mil a mais do que em 2009.
20 de janeiro de 2010
Rio Grande do Sul e telefones celulares por habitantes...
Sete chips, três celulares e apenas R$ 38 por mêsSegundo o Censo Demográfico do IBGE (2000), o Rio Grande do Sul conta com uma população de 10.187.798 hab. Dia 19 de janeiro de 2010, a Anatel (Agência Nacional de Comunicações) publicou informação de que nosso Estado já conta com um aparelho de celular para cada habitante. Não nos enganemos, no entanto. Sabemos que média é sempre média. Certamente há pessoas que não possuem tal aparelho, e, é claro, há aquelas que possuem mais de um, como é o caso noticiado abaixo:
Mesmo assim, o Rio Grande do Sul agora passa a ser, junto com São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Brasília, uma das Unidades da Federação que conta com a média de 1 cel./ hab.. Veja reportagem abaixo:
13 de janeiro de 2010
Brasil diminui pobreza, mas caminho ainda é longo...
Brasil poderia chegar aos níveis de países desenvolvidos até 2016, diz IpeaO Brasil conseguiu diminuir de forma significativa o número de famílias que vivem em extrema pobreza, mas ainda falha em combater a desigualdade de renda com a mesma agilidade. As conclusões são de um estudo divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Para o órgão, o Brasil tem condições de atingir índices de pobreza e desigualdade similares aos de países desenvolvidos até 2016, caso consiga superar determinados desafios (veja quadro ao lado).
Entre 2003 e 2008, a queda nas taxas de pobreza absoluta (pessoas que ganham até meio salário mínimo) e de pobreza extrema (até um quarto de salário mínimo) caíram, em média, 3,1% e 2,1% ao ano. No entanto, a desigualdade de renda recuou em média apenas 0,7% ao ano no mesmo período.
Desde o início do estudo, em 1995, a taxa de pobreza cai mais rapidamente do que a de desigualdade. “O combate à pobreza parece ser menos complexo”, diz o relatório do Ipea.
Conforme Marcio Pochmann, presidente do instituto, o Brasil persegue índices comparáveis aos de nações ricas, que resolveram esse problema na primeira metade do século passado.
Qualidade precária do gasto público representa entrave
Se o país quiser de fato reduzir ainda mais os índices de pobreza, o Ipea avalia ser necessária a manutenção da taxa de crescimento elevada, com inflação baixa. Além disso, o avanço precisa estar atrelado à produção de bens e serviços de maior valor agregado e de elevado conteúdo tecnológico, o que implica em reforço na educação.
A questão da redução da desigualdade social é mais complexa. Famílias de menor renda pagam proporcionalmente mais impostos e, assim, contribuem mais para a arrecadação dos recursos que sustentam as políticas públicas.
Outro obstáculo é a precária qualidade do gasto público. “Apesar dos avanços alcançados na integração e articulação de políticas públicas em torno de programas como o Bolsa-Família, há fragmentação, dispersão e sobreposição de políticas públicas”, afirma o relatório.
Na avaliação do coordenador do Centro de Políticas Sociais do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, Marcelo Neri, zerar a miséria extrema até 2016 não é um cenário factível.
– Nem mesmo é uma meta desejável, pois é muito ambiciosa, levando sempre a frustrações – afirma.
Conforme Neri, sempre há um núcleo duro de pobreza onde nem o mercado, nem o Estado conseguem chegar.
Obs.: Na edição impressa, além dos números "1" (um) e "2" (dois), a imagem acima conta com um número "3" (três), que diz:"Melhorar a qualidade do gasto público com programas sociais."
Moradores de rua...
Fonte: LEJDERMAN, Fernando. Que mundo é este?. Zero Hora. Porto Alegre, 13 jan. 2010. Artigos, p. 16. Fonte: Disponível em: <ZeroHora.com>. Acesso em: 13 jan. 2010.
Haiti, o país mais pobre da(s) América(s):
2 de maio de 2006
Brasil cumpre meta contra subnutrição infantil, diz Unicef
Nessa notícia retirada do site da BBC – Brasil –, o que está em negrito é o que consideramos mais importante.
Chamamos a atenção para algumas frases que parecem um tanto tendenciosas, tais como: “o quarto mais desigual na América Latina no quesito, ficando atrás apenas de Paraguai, Nicarágua e Bolívia.”. Perece-nos que a palavra “apenas” está um tanto quanto fora do contexto da notícia e leva o leitor a achar que isso é bom já que “apenas” alguns poucos países são melhores que o Brasil. Isso seria bom, realmente, se esses países não fossem: Paraguai, Nicarágua e Bolívia!!!
A notícia, porém, é transcrita na íntegra porque o vestibular vem aí e o aluno precisa estar informado...
Boa leitura!
Um relatório divulgado nesta terça-feira pela Unicef (o fundo da ONU para infância e a adolescência) afirma que o Brasil "vem cumprindo a meta de reduzir a subnutrição infantil em 50% até 2015".
nte baixo".(FONTE: Dsiponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/05/060502_relatoriounicef2bg.shtml. Acesso em: 02 maio 2006.).
17 de março de 2006
Economia: Itália não cresceu!
Economia da Itália está estagnada
Assimina Vlahoude Roma
O crescimento do PIB da Itália ficou em 0%, de acordo com
dados do Instituto Italiano de Estatísticas (Istat) para 2005, compondo um
conjunto de índices que estão entre os piores da O ministro da Economia,
Desapareceram 102 mil postos de trabalho e o déficit público ficou em 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB).
“Estes números completam um quadro de quatro anos de estagnação, o período com a dinâmica mais baixa desde o pós-guerra”, lamentou o jornal econômico Il Sole 24 Ore, órgão da Confederação das Indústrias do país.
O ministro da Economia, Giulio Tremonti, mostrou-se otimista. Ele considerou positivo que o déficit tenha sido menor do que a previsão de 4,3% do PIB.
Na opinião dos sindicatos, porém, esses indicadores provam que o governo de Silvio Berlusconi, eleito em 2001, falhou em seus objetivos.
Diversas fontes de análise econômica concordam que nos últimos cinco anos a Itália registrou o menor crescimento entre os grandes países europeus.
A taxa de produtividade tem sido muito baixa e as exportações caíram.
O governo de Berlusconi está sendo criticado por não ter feito reformas importantes para promover a concorrência, como liberalizar os mercados, diminuir os impostos e privatizar.
“A economia italiana parou”, confirmou Luigi Spaventa, professor de economia da Universidade de Roma, em entrevista à BBC Brasil.
Uma das causas, segundo ele, seria a baixa competitividade do país diante do novo cenário internacional, onde os asiáticos fazem os mesmos produtos, às vezes de qualidade até melhor, por um preço mais baixo.
“O vício da economia italiana é que há pouquíssimas grandes empresas e uma enorme quantidade de pequenas empresas”, disse Spaventa.
O micro sistema integrado dos distritos industriais – rede produtiva especializada em setores como azulejos, móveis, sapatos ou têxteis – é um modelo copiado e estudado em todo o mundo.
Hoje deve ser revisto, segundo o economista.
“Os distritos não estão indo bem. Nos últimos meses está havendo uma reorganização para melhorar a competição”, avaliou.
(FONTE: Disponível em:
<http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/03/060310_eleicoesitalia.shtml>.
Acesso em: 17 mar. 2006.).














